segunda-feira, 11 de maio de 2009

Sons...

The Rolling Stones-Sympathy For The Devil

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A Realpolitik muitas vezes deveria ser explicada e ensinada, para que aqueles que, tendo a pouca sorte de não terem inatamente este modus vivendi também dela possam fazer uso.
E não estou a falar de politica...

Da leitura...

Fui na semana passada á Feira do Livro de Lisboa.
Passei pelo stand da Caminho, e vi a escritora Ana Maria Magalhães.
Devia ter-lhe agradecido, pois foi graças a ela e á sua companheira de escrita, Isabel Alçada, que eu comecei a ler regularmente, e ganhei o gosto pela leitura.
A minha professora da Escola primária, num acto de generosidade e atenção escolheu para cada um dos seus quase 30 alunos, conforme o que de nós conhecia, um livro da colecção Uma Aventura, destas autoras. Uma Aventura Fantástica foi o livro que me calhou, foi bem escolhido, falava de história e das estórias da história, gostei e repeti a dose durante vários anos, e li quase toda a colecção, até me começar a fartar um pouco... talvez sinais que a idade já era outra, e as leituras de outro estilo...
Tive a sorte de ganhar o gosto pela leitura desde cedo, todos o deviam fazer.
Muito certamente ajudaria a acabar com o alto insucesso escolar e outros males consequentes...

sábado, 25 de abril de 2009

Acredito que...

...estaríamos muito melhor se tivéssemos conseguido o que de bom houve com o 25 de Abril, mas sem a revolução do 25 de Abril.

domingo, 19 de abril de 2009

Gran Torino

Muito bom filme.
Havia algum tempo que não via algo assim.

terça-feira, 17 de março de 2009

Sons...

Mystify-Inxs

Página 161...

Fui convidado pelo autor do Praça da República, João Espinho, a entrar nesta engraçada iniciativa da blogosfera, o que muito agradeço desde já.

A Página 161 funciona da seguinte maneira:
Pegando no livro que temos mais à mão, vamos á sua página 161, aí escolhemos a sua 5º frase completa, que transcrevemos para o nosso blog, indicando mais pessoas para fazerem o mesmo.

O meu grande vicio á a história, e é sobre essas matérias que ando a ler um livro.

"No entanto com a fuga para Olmütz, após a revolução de Outubro, a imperatriz levantara de novo a questão e desta vez assegurara a aprovação de Schwarzenberg e mais tarde de Windischgraetz."
Declínio e queda do Império Habsburgo,de Alan Sked
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Para que se perceba alguma coisa, já que frases isoladas de livros de história são pouco dadas a construções metafisicas das quais retiramos significados, dificilmente se entendendo algum significado, sem o qual esta iniciativa não teria o interesse que penso ter, quero referir que se trata da "política de bastidores" entre o governo Austríaco e a família imperial, com vista á abdicação do imperado Fernando I, que padecia de graves problemas mentais que o incapacitavam, e que segundo alguns deveria ter sido afastado do trono mesmo antes de ter sucedido, tudo isto durante o conturbado período das revoluções de 1848, a primavera dos povos, que abalaram a Europa e principalmente a Áustria, estado plurinacional.
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Subvertendo um pouco as regras que me foram transmitidas, queria deixar este desafio a qualquer um que aqui venha, e que se sinta tentado a participar.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Hoje deu-me para isto...

Tenho pena da nossa actual sociedade.
Tornámo-nos fracos, consumistas, individualistas, crentes no facilitismo, no prazer fácil e momentâneo, pouco dados a preocupações ético-morais(pelo menos aquelas que realmente interessam, chegamos ao cumulo de o aborto livremente permitido, mas a quantidade de sal que o padeiro põe no pão não o ser...), qualquer espírito de sacrifício se não desapareceu já, não faltará muito.
Isso vê-se claramente nos rumos que temos vindo a escolher nos últimos anos, e naqueles que provavelmente escolheremos no futuro.
Li algures alguém afirmar que a época dos heróis acabou no tempo dos nossos avós, temo ser verdade.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Aplicações doutrinárias...

Se quem pode o mais, pode o menos, quem nem consegue o menos nunca chegará ao mais.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Platonices...

Tristes limitações.
Não vemos mais que meros esboços da realidade, não nos apercebemos de mais que meros esboços da realidade, não fazemos com que os outros se apercebam de mais que meros esboços da realidade.
Parece ser normal, eterno, imutável.
Tentamos que não o seja.
O Sol está dentro de nós, a caverna é lá fora.